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Por uma alimentação infantil mais equilibrada, gostosa e divertida!

Nutrição Comportamental para crianças

Transformar as refeições em momentos mais alegres pode influenciar no hábito alimentar do seu filho. Saiba como incentivar essa boa relação com a comida, despertando o prazer em comer de forma saudável e balanceada, permitindo mais autonomia nas escolhas - sem medos e sem culpa!

Grupo de amigos andam de bicicleta em um parque

Quando te perguntam qual é o seu prato favorito, provavelmente você resgata na memória uma comida com lembranças afetivas da sua infância, da casa dos pais ou dos avós. A verdade é que nossas escolhas à mesa não levam em conta só um pacote de nutrientes, mas também experiências, cultura, convívio social e até a expressão da nossa identidade.

E, provavelmente, seu filho já deve estar desenvolvendo esse “gatilho” no paladar. Sim, o que faz uma criança decidir o que vai comer envolve sentimentos que vão além dos “poderes” de um alimento.

Por isso, convidamos você a transformar o hábito da refeição em um momento mais saudável e tranquilo: favorecendo a conexão da criança com as próprias vontades, entendendo quando se tem fome e quando se está satisfeito – um estilo de vida que pode mudar a forma como seu pequeno encara a comida!

1. Despertando o sabor e o prazer de comer bem!

Crianças se alimentam do que gostam, do que estão acostumadas e do que sentem vontade de comer. E quanto mais eficaz for essa experiência, respeitando os sinais de vontade e saciedade, mais elas terão a oportunidade de criar uma relação positiva com os alimentos – ampliando a variedade e o equilíbrio do cardápio.

Que tal convidar o seu filho para participar da feira ou supermercado e envolvê-lo com atividades culinárias, como montar o próprio lanche? É uma experiência única de interação e de descobertas para a criança e para os pais! E quando elas afirmam não gostar de um alimento, vale a pena insistir. A criança precisa ser incentivada de 8 a 15 vezes a experimentar um novo alimento e ser exposta a ele de várias formas antes que possa concluir se gosta ou não daquela comida. Por exemplo: se ele recusou o brócolis cozido na salada fria, tudo bem, experimente picadinho no arroz ou no macarrão.

A monotonia das refeições, sem variações do que é consumido e nem nas preparações, é um fator que pode tirar o apetite dos pequenos. Para deixar o aprendizado mais leve e divertido, abuse das cores, texturas, formas interessantes e apresentações mais lúdicas do prato. Além disso, não se esqueça: pais e educadores, vocês são o espelho para a criança – eles tendem a repetir os seus hábitos como um todo, inclusive à mesa!

2. Desenvolvendo um comedor intuitivo: sem medos e sem culpas

Muitas vezes, as rejeições a certos tipos de comidas são provocadas pela forma como os próprios pais conduzem a rotina do pequeno. Que tal trocar as regras: “pode” ou “não pode” por uma abordagem mais afetiva? A proposta é que, orientadas pelos pais, e conforme as necessidades nutricionais da criança em cada fase da vida, elas possam fazer suas escolhas alimentares sem culpa ou dilemas, respeitando a fome, a vontade, a saciedade e valorizando o prazer em comer, para que aprendam a ter uma relação mais saudável com a comida.

Não valorize as recusas e mantenha uma postura natural, além de comemorar as novas aceitações mais nutritivas. Quando houver um doce no cardápio, ofereça-o como mais uma preparação da refeição, evitando utilizá-lo como recompensa pela aceitação de um prato mais adequado.

Qualquer comida pode fazer parte de uma alimentação balanceada, o importante é estar sempre atento à sua quantidade e qualidade, buscando equilíbrio sempre!

3. Crie um ambiente favorável para as refeições

Nos dias de hoje, talvez o momento mais complicado para os pais e que pode acarretar outras dificuldades na hora do comer, é desconectar televisão, celular, tablets ou outras distrações, como brincadeiras e jogos, na hora da refeição. Além de tirar a percepção dos sinais de fome e saciedade, esses hábitos dificultam o entendimento do que foi consumido.

Quando possível, crie um ambiente gostoso com a família ou amigos ao redor da mesa, com toalha e potinhos coloridos, para as crianças curtirem e compartilharem (fora das redes sociais!) o momento da refeição. Quando uma criança está totalmente envolvida com a comida e suas vontades, ela consegue despertar mais confiança e prazer em se alimentar.

4. Transforme os lanches em uma hora feliz

Na fase escolar, a criança começa a sofrer forte influência alimentar desse convívio social. E uma experiência saudável em toda essa trajetória é o que determinará como o pequeno vai se relacionar com a comida e, consequentemente, pode definir se ele fará escolhas alimentares mais conscientes por toda a vida! E como desenvolver, então, as competências para ele escolher as melhores opções dentro e fora de casa?

Estudos demonstram que uma atitude radical de proibição pode aumentar o interesse pelas guloseimas. Esclareça para seu filho que essas opções podem ser consumidas em horários adequados e em quantidades que não atrapalhem o apetite da próxima refeição. Avalie se na hora do lanche fora de casa a criança aceita todos os alimentos, se repete a refeição e se come novamente quando chega em casa. Se a criança fará o lanche por conta própria em alguma lanchonete ou cantina, acerte com ela os quais dias ela irá comprá-lo e quais são as melhores opções. O seu pequeno vai levar o lanche de casa? Combine as porções de alimentos: frutas, queijos, biscoitos, pães e bolos integrais, vegetais crus, leites, sucos de frutas ou iogurtes. Consulte um nutricionista para que ele indique a melhor forma de fazer esses arranjos.  

E a pergunta que não quer calar: há lugar para as guloseimas, de vez em quando? Sim! Desde que consumidas ocasionalmente e com frequência e tamanho de porção adequadas, as guloseimas podem estar inseridas em um contexto de hábitos de vida saudáveis para as crianças, fazendo parte de uma dieta equilibrada, pautada em uma alimentação variada e balanceada, somada à prática regular de atividade física.

Compromisso de nutrição Kibon para sorvetes infantis

Os sorvetes da linha infantil da Kibon são cuidadosamente desenvolvidos para as crianças, podendo fazer parte de uma dieta variada e equilibrada na infância, aliada também a hábitos saudáveis como a prática regular de atividade física. Nossos sorvetes são elaborados com nutricionistas e por isso há uma grande responsabilidade nutricional por trás de sua formulação! E esse é o grande ponto positivo para os sorvetes da linha infantil da Kibon!

De modo geral, os alimentos, além de prover ao organismo um aporte adequado de nutrientes, apresentam um importante aspecto emocional e de socialização, especialmente para as crianças. 

Nós, da Kibon, acreditamos que dentro de uma alimentação equilibrada e de um estilo de vida ativo há espaço para diversão e o consumo ocasional de guloseimas, desde que se respeite sua frequência e haja moderação no tamanho de porções. A Kibon quer apoiar os pais para que façam escolhas mais balanceadas para seus filhos quando, eventualmente, surgir aquela vontade de comer um sorvete. Por isso, temos uma linha de sorvetes especialmente feita para crianças, que é pensada para ser muito gostosa, divertida, com formas e cores diferentes, e que tem o seu desenvolvimento acompanhado de perto pelo time de nutricionistas da Unilever.

Você já deve ter percebido que todas as nossas embalagens de produtos Kibon da linha Infantil possuem o selo de “Desenvolvido com nutricionistas”.  Mas o que isso quer dizer?

Na Unilever, Nutrição faz parte de nosso plano global de sustentabilidade e temos um cuidado redobrado com a responsabilidade nutricional de todos os nossos sorvetes e, em particular, quando esses são destinados à população infantil. Asseguramos um perfil nutricional diferenciado, com porções e calorias controladas, assim como teores açúcares e de gorduras saturadas delimitados. Desde 2014, 100% de nossos sorvetes dirigidos às crianças contêm menos de 110 kcal e cumprem aos com os mais altos padrões de nutrição da Unilever, que estabelecem parâmetros relacionados a calorias e quantidade de açúcar e gorduras saturadas baseados em diretrizes nacionais e internacionais.

Assim, nós entendemos que é possível fazer sorvetes deliciosos de uma forma responsável, para que possam ser consumidos de modo ocasional como parte de uma alimentação balanceada, aliada a hábitos de vida saudáveis, e que seu filho vai adorar. Para mais informações sobre nossos sorvetes e o compromisso de nutrição da Kibon para sorvetes infantis, clique aqui.

O que achou das nossas dicas? Em breve teremos mais conteúdos para você, mas, por enquanto, que tal acessar as outras matérias postadas em nosso site? Queremos ajudá-lo a ter uma relação com a comida mais equilibrada e saudável!

palito de picolé

Referências Bibliográficas

1. Alvarenga M, Figueiredo M, Timerman F, Antonaccio C. Nutrição Comportamental. Barueri: Manole; 2019. Nutrição Comportamental no atendimento de crianças e adolescentes (cap. 17); 433-442.

2. Sociedade Brasileira de Pediatria. Manual de Orientação Departamento de Nutrologia 3 Edição Revisada e Ampliada [internet] Rio de Janeiro; 2012 [acesso em 17 jun. 2020]. Disponível em: https://www.sbp.com.br/fileadmin/user_upload/publicacoes/14617a-pdmanualnutrologia-alimentacao.pdf

3. Antonaccio C e Figueiredo M. Mindiful Eating: Comer com Atenção Plena. São Paulo: Abril; 2018; 180p.